Rádio Líder Gospel

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Os três conselhos

Conta-se que um casal de jovens recém-casados era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia, o marido fez a seguinte proposta à esposa: “Querida, eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e, enquanto estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você”.

Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até encontrar um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar. Foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito. O pacto seria o seguinte: “Deixe-me trabalhar pelo tempo que eu quiser e, quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações. Eu não quero receber o meu salário. Peço que o senhor o coloque na poupança, até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair, o senhor me dá o dinheiro, e eu sigo o meu caminho”. Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem descanso.

Depois de vinte anos, chegou para o patrão e disse: “Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa”.

O patrão então respondeu-lhe: “Tudo bem. Afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo. Só que antes, quero lhe fazer uma proposta, tudo bem? Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora, ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro, e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro, eu não lhe dou os conselhos, e se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro. Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta”.

Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: “Quero os três conselhos”. O patrão novamente frisou: “Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro”. E o empregado respondeu: “Quero os conselhos”. Disse, então, o patrão:

1) Nunca tome atalhos, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida;

2) Nunca seja curioso para aquilo que é do mal, pois a curiosidade para o mal pode ser fatal;

3) Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.

Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim: “Aqui você tem três pães: dois para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar à sua casa”.

O homem então seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou: “Para onde você vai?” Ele respondeu-lhe: “Vou para um lugar muito distante, que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada”. O andarilho disse-lhe, então: “Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é muito melhor. Você chega em poucos dias.” O rapaz, contente, começou a seguir pelo atalho, quando se lembrou do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal. Dias depois, soube que o atalho levava a uma emboscada.

Depois de algum tempo de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pôde hospedar-se. Pagou a diária e, após tomar um banho, deitou-se para dormir. De madrugada, acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu.

Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem perguntou-lhe se ele não havia ouvido um grito; e ele disse que sim, que tinha ouvido. O hospedeiro disse: “E você não ficou curioso?” Ele disse que não. Daí, o hospedeiro respondeu: “Você é o primeiro hóspede a sair vivo daqui, pois meu filho tem crises de loucura; grita durante a noite e, quando o hóspede sai, mata e o enterra no quintal.”

O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar à sua casa.

Depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pôde ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha, em seu colo, a cabeça de um homem, a quem estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração encheu-se de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e matá-los, sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e, no dia seguinte, tomar uma decisão.

Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele refletiu: “Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele aceite-me de volta. Só que, antes, quero dizer à minha esposa que eu sempre fui fiel a ela.”

Dirigiu-se à porta da casa, e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos, ele lhe diz: “Eu fui fiel a você durante todos esses anos; e você me traiu...”

Ela, espantada, responde-lhe: “Como? Eu nunca o traí. Esperei durante esses vinte anos!” Ele então perguntou-lhe: “E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?” E ela lhe disse: “Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje, ele está com vinte anos de idade.”

Então o marido entrou, conheceu e abraçou seu filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomá-lo e comer juntos o último pão. Após a oração de agradecimento, com lágrimas de emoção, ele parte o pão e, ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro: o pagamento por seus vinte anos de dedicação e trabalho!

Muitas vezes, achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade. Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito, e que nada de bom nos acrescentará. Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois.

Espero que você, assim como eu, não se esqueça desses três conselhos e não se esqueça também de confiar, mesmo que a vida muitas vezes já tenha lhe dado motivos para a desconfiança.

Veja o valor de três conselhos que livraram o homem da morte. Um dos livros que mais leio na Bíblia é o de Provérbios: “O livro dos Conselhos”. Qualquer pessoa que deseja viver a vida com prudência e sabedoria deve ler o Livro de Provérbios todos os dias. Nele, está escrito: “O tolo sempre acha que a sua opinião é a única certa, mas os sábios ouvem os conselhos com atenção” (Pv 12.15).

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

DEUS NÃO CURTE MARMURADORES


Serei direto ao ponto: acredito que Deus não curte muito murmuradores ( já digo que isso não significa que Ele não os ame). Não digo isso só por dizer, tirando isso da minha cabeça. Tenho minhas razões, mas a principal é o que a Bíblia diz: "E não se entregue a murmuração, como alguns deles resmugaram e foram mortos pelo destruidor", 1 Co 10:10. Talvez você venha com um papinho do tipo: "ah, mas isso foi com eles... hoje é diferente". Permita-me acordar você do seu sono com outro versículo: "Esses fatos ocorreram como exemplo para nós, a fim de que não cobicemos o que é ruim, como eles fizeram", 1 Co 10:6.
Outra razão é: ninguém curte ficar muito tempo perto de pessoas que só murmuram o tempo todo. E, realmente acredito, que Deus compartilha desse mesmo sentimento com uma diferença. Nós somos impacientes e não temos muito tempo para perder com pessoas assim. Mas em relação a Deus penso que isso é algo mais profundo. Deixe-me explicar.
Como ia dizendo, Deus não curte muito murmuradores. E a questão é simples: murmuradores esquecem que tudo que acontecem com a gente são dádivas ( só para tirar um peso da minha consciência: dádiva significa aquilo que é dado de presente, de graça, que você não consegue por si mesmo) . E tudo é dádiva. Absolutamente tudo. Não, não, isso também é dádiva.
A razão de Deus não curtir tanto murmuradores é porque eles esquecem que tudo é dado de presente e esquecendo disso, esquecem que quem dá tudo isso é Deus. O Grande Doador dá o presente e recebe murmurações.
Não quero ser romântico, mas sim realista. Por isso afirmo mais um vez: tudo é dádiva. Seja o ar que respiremos e que nos sustenta vivos. Seja o chão que possibilita os nossos movimentos e jogar bola. Seja as pessoas que entram e saem das nossas vidas deixandos algumas marcas aqui e ali. Seja nosso corpo. Nossa visão. Mas também seja a morte de um ente-querido. Isso também é dádiva, porque aprendemos a deixar o trivial de lado e aprendemos a nos concentrar no que é duradouro. Seja as tristezas. As desventuras. As lágrimas e perdas que fazem a gente enxergar tudo por um outro ângulo. Tombos e escorregões. Deslizes e quedas. Tudo isso é dádiva.
E aí está o grande problema: quem nos deu tudo isso? Quem possibilitou que vivêssemos tudo isso?
Murmuradores não somente esquecem que tudo o que eles tem e são (gostando ou não) foi Deus que os deu, como também rebaixam a Deus ao reclamar da vida. Porque ao reclamar, ao murmurar aos quatro ventos, eles estão dizendo: "não, Deus não é o cara, não. Deus não sacia a minha sede. Se Deus não me der isso ou aquilo, não serei feliz. Deus não sabe fazer as coisas direito". Deus deixa de ser adorado, passa a ser ridicularizado. Como disse: o Grande Doador dá o presente e recebe murmurações.
A ingratidão não é um simples ofensa contra Deus, mas uma grande traição. E ela é alimentada pela falta de conhecimento. E é vista claramente na murmuração. Por isso a murmuração é tão séria. Ela revela o que realmente se passa no nosso coração. Por isso, não me surpreendo com a frase "e foram mortos pelo destruidor".
Aos murmuradores, cuidado. Aos murmuradores, dou-lhes G. K. Chesterton:
"Vai morrendo mais um dia
Durante o qual tive mãos, olhos, ouvidos
E o vasto mundo ao meu redor;
E amanhã é outro dia.
Por que tenho direito a dois?"
Tudo é dádiva. Por isso digo: obrigado, Senhor. Obrigado por tudo.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Certa vez uma senhora olhou as esposas de pastores de uma certa igreja, estavam todas sentadas juntas, e comentou: "Olha só que coisa, pensam que são melhores que as outras pessoas, não se misturam!"

No mesmo dia, outra senhora vendo a mesma cena comentou: "Olha só que lindo! Todas as esposas sentadas juntas, isso que chamo de união!"

Em outra ocasião, a esposa do pastor estava bem arrumadinha e uma senhora comentou com a que estava a seu lado: "Olha só, sempre arrumadinha, quer aparecer..."

Uma jovem olhou para a mesma esposa e comentou: "Quero ser como ela! Mulher de Deus, linda por dentro e por fora."

Um dia, mudaram os pastores daquela igreja e a nova esposa chegou para a reunião, masela não havia tido tempo de ir em casa se arrumar. A mesma senhora olha para a nova esposa e comenta com a amiga: "Olha só que coisa mais feia, que falta de consideração, nem se arrumou para vir à igreja. Envergonhando a Deus e ao marido dela!"

Uma jovem a olha e pensa: "Ela parece cansada, que Deus lhe dê forças."

Sabe qual a moral da história?

"Se seus olhos forem bons, todo seu corpo será luminoso."

"Os lábios falam do que está cheio o coração."

"Diga-me com quem tu andas que te direi quem és."

"Olhos podres, lábios podres. Olhos bons, lábios doces."

O Avô,o neto e o jumento

Há muito tempo, viajando pelo interior, seguia um velho que vinha montado em seu jumentinho, conduzido por seu netinho, que puxava o animal pelo cabresto. Aquela jornada estava longe de ser um lazer. Eles tinham como finalidade ir a uma feira na cidade grande, onde tentariam vender o animal de estimação e conseguir dinheiro para o sustento do velho e seu único neto, órfão de pai e de mãe.

E assim seguiram caminho afora. Ao passarem por um vilarejo, e tendo em vista haver ali muitas pessoas, logo começaram as críticas:

“Que absurdo!”, falava aquela gente, com os ânimos bastante exaltados ao ver a criança a pé e o velho montado no jumento. “O juizado da infância e da juventude tem de saber disso e tomar as devidas providências! Como pode uma coisa dessas? Que desnaturado!”, comentavam.

Sentindo-se desconfortável diante daquela situação tão constrangedora, o velhinho de pronto trocou de posição com o menino, que agora seguia montado no jumento com o avô puxando o animal. “Bom, agora certamente acho que ninguém ficará chocado, nem falará nada!”, pensou ele.

E assim tocaram em frente sua jornada. Mas, ao entrarem num novo vilarejo, novamente ouviram novas críticas:

“Que absurdo! Coitado do velhinho! Ele é quem tinha de estar montado sobre o jumento, não o menino! Isso não é possível! Que mundo é esse onde ninguém respeita o estatuto do idoso? Aonde nós vamos parar?”, era o que se ouvia.

E novamente o bom velhinho, quase sem saber mais o que fazer, fez outra troca. Sentou-se sobre o jumentinho com o menino e, assim, continuaram sua jornada.

Na cidade seguinte, os comentários foram muito mais fortes:

“Olhem que absurdo! Coitadinho do pobre jumento, carregando esses dois marmanjos! A sociedade protetora dos animais devia tomar alguma providência!”

Moral da história: nunca será possível agradar a todos. Quem insistir, certamente será um frustrado na vida.

Deus tem dado a fé para que cada um ande de acordo com ela. Não de acordo com a opinião alheia!

Fora Lixo

Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando, do nada, um carro preto saiu de repente do estacionamento, direto na nossa frente. O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou de bater noutro carro, foi mesmo por um triz! O motorista desse outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente.

Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável. Indignado, lhe perguntei: “Por que é que você fez isto? Este indivíduo quase arruína o seu carro, a nós e quase nos manda para o hospital?!?!” Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo".

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva, traumas e desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar e, às vezes, descarregam sobre a gente. Nunca tome isso como pessoal. Isto não é problema seu, é deles. Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente.

Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas.

Fique tranqüilo, respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR. O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo com você. Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações. Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.

A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da maneira como você a recebe.

Tenha um bom dia e lembre-se: livre-se dos lixos!

domingo, 23 de janeiro de 2011

A cadeira vazia



Um pastor foi chamado para orar por um doente.
Ao entrar no quarto onde ele estava, havia uma cadeira ao lado da cama, o pastor se aproximou e disse: " Sua filha me pediu que viesse aqui orar por você e creio que esta cadeira vazia seja para mim.
E o homem respondeu:


-Na verdade passei boa parte da minha vida sem saber orar e não dava importância a isso, pensava que Deus estava muito distante de mim. Até que um dia um amigo me disse que orar é conversar com Jesus, e sugeriu que eu sentasse em uma cadeira e colocasse outra na minha frente crendo que Jesus estava ali sentado e me ouvindo, pois Ele mesmo disse: " Eu estarei sempre com vocês " Desde então tenho feito isso e tem sido muito bom, mas cuido para que ninguém veja e pense que estou louco.
E o pastor disse que era muito bom o que ele estava fazendo e que nunca deixasse de fazê-lo.
Em seguida orou com aquele homem e foi embora.
Alguns dias depois o pastor foi avisado pela filha daquele senhor que ele havia falecido.
Porém ele estava com a cabeça encostada em uma cadeira ao lado da sua cama quando morreu e a filha perguntou ao pastor se ele sabia porque.
Emocionado o pastor enxugou as lágrimas e respondeu:
- Ele partiu nos braços do seu melhor amigo.
Deus sempre está nos ouvindo, nunca pense que Deus está distante, Ele é fiel, todas as vezes que nos aproximamos Dele Ele se aproxima de nós.

“Disse Jesus: Aquele que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.”
( Jo 6.37

A casa queimada


Certo homem saiu em uma viagem de avião.

Era temente a Deus e sabia que Deus o protegeria.

Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve de fazer um pouso forçado no oceano.

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu se agarrar a alguma coisa que o conservou em cima da água.

Ficou boiando, à deriva, durante muito tempo, até que chegou a uma ilha deserta. Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus pelo livramento de morte.

Conseguiu se alimentar de peixes e ervas.

Derrubou algumas árvores e, com muito esforço, construiu uma casinha para ele.

Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas, mas significava proteção.

Ficou todo satisfeito e, mais uma vez, agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que, talvez, pudessem existir na ilha. Certo dia, ele saiu para pescar e o resultado foi abundante.

Estava satisfeito com a pescaria.

Mas ao dirigir-se para a sua casa, foi grande sua decepção ao ver que estava toda incendiada.

Então, sentou-se em uma pedra chorando e dizendo em prantos:

“Deus! Como é que o Senhor podia deixar isso acontecer comigo?

O Senhor sabe que preciso muito dessa casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou que ela se queimasse todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?”. Nesse mesmo momento, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz, dizendo:

“Vamos, rapaz?”. Ele se virou para ver quem estava falando com ele e se surpreendeu quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado, que lhe disse: — Vamos, rapaz. Viemos te buscar. Ao que respondeu o homem: — Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui? A resposta foi surpreendente: — Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro.

O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir buscá-lo naquele barco ali adiante”. Os dois entraram no barco e, assim, o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos. Quantas vezes a “nossa casa se queima” e gritamos como aquele homem gritou? Na Bíblia, em Romanos 8.28, lemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Às vezes, é muito difícil aceitar isso, mas é assim mesmo. É preciso acreditar e confiar!

extraído do site:

www.icp.com.br

Não recebi nada do que pedi...



Pedi ao Senhor Jesus para ser forte a fim de executar projetos grandiosos, e Ele me fez fraco para conservar-me humilde.

Pedi ao Senhor que me desse saúde para realizar grandes empreendimentos, e Ele permitiu-me a doença para compreende-lo melhor.



Pedi ao Senhor riqueza, para tudo possuir, e Ele permitiu-me pobre para não ser egoísta.

Pedi ao Senhor poder para que os homens precisassem de mim, E Ele deu-me humildade para que d'Ele precisasse.

Pedi ao Senhor tudo para gozar a vida, e Ele me deu a vida para gozar de tudo.

Senhor, não recebi nada do que pedi, mas deste-me tudo o que eu precisava, e quase contra a minha vontade, as preces que não fiz foram ouvidas.

Louvado sejas ó meu Deus!

Entre todos os homens, ninguém tem mais do que eu.


(oração de um atleta americano que aos 24 anos ficou paralítico e aceitou a Jesus como seu Senhor e Salvador).


"Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
Mateus 7:24

A águia ferida por uma flecha




Voava uma águia nas alturas quando foi atingida por uma flecha e caiu ao chão, mortalmente ferida.
Em seus últimos momentos, a águia reparou que a flecha que a havia ferido trazia penas em uma das extremidades.
"Triste o nosso fim", lamentou a águia, "que damos ao inimigo as armas para nossa própria destruição".

A Força da Fé







Durante a Segunda Guerra Mundial, na Alemanha, alguns pobres e perseguidos políticos se refugiaram em um porão escuro e frio. Quando as tropas dos exércitos aliados libertaram a Europa, achou-se inscrito numa das paredes daquele triste refúgio o seguinte:


“Creio no sol, mesmo que ele não brilhe.
Creio em Deus, mesmo que ele esteja em silêncio.
Creio no amor, mesmo que ele esteja oculto.”



As forças que moram no coração das pessoas são fascinantes.
Há a força de vontade e o poder do pensamento positivo.
As palavras também vivem. Porém, a mais poderosa de todas as nossas energias é a fé.
Ela é um dom que vem do Eterno para nós. Com fé o espírito triunfa sobre a matéria.
A fé exalta o eterno sobre o temporal.
A fé revela que Deus põe um ponto final, onde havia um ponto de interrogação.
A fé zomba da dúvida, permanece surda ao grito do desespero, e cega para a impossibilidade.
Quando temos fé, acreditamos no caráter de Deus.
Quando ela se manifesta agimos semelhantes ao homem que, num incêndio se joga sem ver absolutamente nada senão a voz do bombeiro que lhe orienta o salto.
O crente é o cego, dirigido sem saber o que está à frente; ele nada tem senão o carinho de quem o guia.
Fé faz com que cada um se comporte como a mãe que entrega seu filho nas mãos do hábil cirurgião.

Sua única garantia é que o médico se comportará com profissionalismo.
Fé é uma aposta de que Deus não desistirá de nós no futuro; e nossa única certeza é sua palavra:
ele nos quer bem.
Jesus declarou a um homem ansioso e decepcionado com a vida: “Se creres verás a glória de Deus”.
Creio sem saber; creio sem ver; creio além da minha razão.
Em minha leve intuição, percebo que sua glória pode ser traduzida como.


Soli Deo Gloria

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Quem é a Rosa de Saron?


Infelizmente vivemos numa geração que não se aprofunda no estudo da Bíblia. Nós queremos sentir, não pensar, estudar, queremos ouvir e não ler, pesquisar. Queremos sentir arrepios e não estudarmos a Bíblia com dedicação. Tudo o que é falado em nome de Deus, aceitamos com normalidade.

Muito se tem falado em nosso meio a respeito da famosa “Rosa de Saron”. Em quase toda igreja tem um conjunto ou um grupo denominado “Rosa de Saron”. Na maioria das vezes tem em mente que a Rosa de Saron seja uma referência a pessoa de Jesus,

desde criança ouço canções falando que Jesus é a Rosa de Saron

. Pregadores no êxtase da pregação dizem: Jesus é a Rosa-a-a-a- de Saron, aleluia! Ao ouvir uma radio gospel aqui no Acre ouvia um pastor renomado falar que Jesus era a Rosa de Saron.

Portanto, estamos diante da pergunta intrigante: “Quem é a Rosa de Saron”?

Antes de respondermos, se faz necessário lembrar que devemos ler a Bíblia com a máxima atenção, analisando os pontos, as vírgulas etc. Não podemos ler a Bíblia como se tivéssemos lendo um jornal, uma revista ou um periódico. Na verdade a falta de leitura com atenção, é a causa da difusão de tantas “doutrinas” perniciosas no seio da igreja. Em Oséias 4:6.a “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento;” Isaias 5:13 Portanto o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede. Se nós fôssemos mais dedicados ao estudo Bíblico, com certeza, não seriamos tão facilmente enganados e nem participaríamos de “estórias” chamadas bíblicas.

No capítulo 2 de Cantares de Salomão, basta um simples exame do livro, usando a versão ARA (Almeida Revista e Atualizada) para esclarecer esta suposta contradição. Nesta versão encontramos um título que indica quem está falando; ora a esposa, ora o esposo, ora as filhas de Jerusalém. No texto de Cantares 2.1, encontramos em cima da fala o nome: “esposa” e ela diz:

“Eu sou a rosa de Saron” no hebraico: Ani Havatselet há Sharon

Se ainda pairasse dúvida quanto à afirmação ser do amado ou da amada, o texto original decide a questão quando se observa que as terminações das palavras são as do feminino. A letra Tav no final da palavra indica feminino.

Saron – o local onde brota o Havatselet

Não podemos falar do havatselet sem falar de Saron, a planície onde ela nasce, floresce e fenece. A palavra “Saron” no hebraico é “Sharon” que significa: plano, planície.

Sharon é assim denominada a área fértil e úmida da região. (Na palavra que ouvia na radio local, o pastor dizia que a Rosa de Saron nascia no deserto, então Jesus iria nascer no deserto das nossas vidas, ele estava até oferecendo uma rosa milagrosa para quem fosse a sua igreja) A planície costeira de Israel é chamada de Sharon. Os sábios judeus comparam os justos às rosas do vale, que são as mais belas de sua espécie. Elas mantêm o frescor dos vales úmidos. Enquanto isso, os “reshaim” (perversos) são semelhantes às rosas das montanhas, que pouco duram porque secam sob a inclemência da natureza, esvoaçando depois como o vento faz o debulho.

A rosa requer bastante claridade, o que ela obtém nas planícies do Sharon. Os largos espaços são ideais para que sua fragrância se espalhe.

O gado de Davi pastava em Sharon, sob o comando de Sitrai, o saronita (1 Cr 27.29).

As características do Havatselet e sua aplicação

A sua cor era vermelho-vinho: A igreja entende o sacrifício de Jesus e reconhece que foi pelo sangue do Cordeiro que ela foi salva

Suas flores eram perfumadas: O viajante podia sentir a fragrância de muito longe, ou seja, cada cristão deve ser o bom perfume de Cristo, o bom cheiro do Evangelho

Tinha 6 pétalas: A igreja por mais abençoada que seja, sabe que é formada por homens. O número 6 na Bíblia é o numero do homem.

Isso não tira de forma alguma a beleza poética das músicas, poeticamente falando é bonito, mas temos que ter a consciência que não passa de poesia assim como muitos outros termos que tem invadido nossas igrejas e que biblicamente falando é errado.

Por: Marcos Lima – Geração Aliança Igreja Batista do Bosque – Acre