Rádio Líder Gospel

Mostrando postagens com marcador Rede de casais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rede de casais. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de janeiro de 2012

Teste para o Marido



Com o objetivo de refletir sobre nosso desempenho na vida a dois, elaboramos aqui algumas questões que permitem medir o nível do seu compromisso com o cônjuge. Responda as questões abaixo e em seguida verifique quantos pontos conseguiu fazer…
Cada pergunta vale 0,27 pontos. Após responder, some quantas questões você marcou “sim”, multiplique por 0,27 e você terá a sua nota de 0 a 10.

1)  Ao chegar em casa, antes de fazer qualquer coisa, você encontra a esposa e lhe dá um abraço?
(   ) Sim    (   ) Não
2) Você procura saber como foi o dia dela, fazendo perguntas que revelem que você sabia o que ela estava planejando para aquele dia?
(   ) Sim    (   ) Não
3)Você se esforça  para ouví-la e faz perguntas que a incentiva falar sobre o que sente?
(   ) Sim    (   ) Não
4) Você resiste à tentação de dar soluções prontas, ao invés disso, demonstra interesse por aquilo que ela está                   falando?
(   ) Sim    (   ) Não
5) Você oferece atenção, mesmo  quando não solicitada, desligando a TV, fechando o livro, o jornal ou desligando o computador?
(   ) Sim    (   ) Não
6) Fora das ocasiões especiais, você traz flores ou algo que a agrade, mesmo que seja  bem simples, demonstrando que se lembrou dela?
(   ) Sim    (   ) Não
7) Se na sua casa quem prepara o jantar é a esposa,  e você percebe que ela está cansada, você se oferece para fazer o jantar?
(   ) Sim    (   ) Não
8 ) Você faz sempre elogios a ela?
(   ) Sim    (   ) Não
9) Sempre que ela pede apoio, você diz sim ou não sem fazer com que ela se sinta errada em perguntar?
(   ) Sim    (   ) Não
10) Você procura compreender os sentimentos dela?
(   ) Sim    (   ) Não
11) Se é ela quem sempre lava a louça, você se oferece para lavar quando ela está muito cansada?
(   ) Sim    (   ) Não
12) Quando você sai, você pergunta para ela se tem alguma coisa que ela quer que compre, e se lembra de comprar?
(   ) Sim    (   ) Não
13) Você dá cinco abraços por dia nela?
(   ) Sim    (   ) Não
14) Você diz:  “Eu te amo”, pelo menos 2 vezes na semana?
(   ) Sim    (   ) Não
15) Você arruma o quarto  de vez   em quando?
(   ) Sim    (   ) Não
16) Você toma um banho ou passa a colônia  que ela gosta antes de fazerem sexo?
(   ) Sim    (   ) Não
17) Você procura ficar ao lado dela quando ela está aborrecida com alguém, mesmo que seja da sua família?
(   ) Sim    (   ) Não
18) Você se oferece para fazer-lhe uma massagem nas costas, no pescoço ou nos pés (ou todas as três)?
(   ) Sim    (   ) Não
19) Você oferece aconchego, carinho e toque  afetuoso,         não sexual?
(   ) Sim    (   ) Não
20) Você não aperta o controle remoto para canais diferentes quando ela está assistindo TV com você?
        (   ) Sim    (   ) Não
21)Você demonstra amor por ela em público?
(   ) Sim    (   ) Não
22) Você procura aprender bem sobre as coisas que ela gosta, suas preferências?
(   ) Sim    (   ) Não
23) Você se esforça  para ser compreensivo quando ela se atrasa ou decide trocar de roupa?
(   ) Sim    (   ) Não
24) Você se esforça para respeitar e amar a família dela?
(   ) Sim    (   ) Não
25) Você trata bem os pais  dela?
(   ) Sim    (   ) Não
26) Você presta mais atenção nela do que nos outros em público?
(   ) Sim    (   ) Não
27) Você faz com que ela seja mais importante do que as crianças e deixa que as crianças a vejam recebendo sua atenção primeiro e antes de tudo?
(   ) Sim    (   ) Não
28) Você dá escapadas românticas?
(   ) Sim    (   ) Não
29) Você deixa que ela veja que você carrega uma foto dela na carteira ou no celeular?
(   ) Sim    (   ) Não
30) De vez em quando  você deixa mensagens de motivação, de incentivo, de amor, em cartazes ou bilhetes na porta da geladeira, na porta do armário, etc.?
(   ) Sim    (   ) Não
31) Você dirige devagar e  com segurança, respeitando as preferências dela?
(   ) Sim    (   ) Não
32) Você se oferece para consertar alguma coisa em casa. Diz: “O que precisa ser consertado por aqui? Eu tenho algum tempo extra”. Não assume além do que pode fazer?
(   ) Sim    (   ) Não
33) Você é caprichoso ao escrever os recados que anota para ela no telefone?
(   ) Sim    (   ) Não
34)Quando ela prepara uma refeição, você elogia sua  culinária?
(   ) Sim    (   ) Não
35) Você nunca se esquece do beijo de saída e o de chegada?
(   ) Sim    (   ) Não
36) No dia-a-dia você não se esquece das três palavrinhas mágicas: “por favor”, “obrigado” e “com licença” ?                             
(   ) Sim    (   ) Não
37) Você ora e lê a Bíblia uma vez na semana ou mais com sua esposa?
(   ) Sim    (   ) Não

RESULTADO___________________DATA___/___/___

Nome:_______________________________________________

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

DESFAZENDO NÓS/REFAZENDO LAÇOS

Relacionamentos em todas as esferas geram conflitos. Mas o relacionamento conjugal é o mais delicado. Atinge-nos no que há de mais pessoal e está dentro de casa. Quando é profissional, estudantil, com vizinhos, há a suspensão quando se refugia no lar. Quando é em casa, não há onde se refugiar. A não ser ir para a rua. Quando surgem os conflitos, a tendência mais comum é valer-se do velho expediente de culpar o outro. Culpar o outro é a melhor maneira de destruir um casamento.

Manter um casamento é uma difícil tarefa que exige, de ambos os parceiros, um grande investimento amoroso, capacidade de mudança e adaptação e a convicção de que é preciso batalhar para que as coisas dêem certo! “Quando um não quer, dois não brigam”. Mas quando um não quer, dois não amam, dois não constroem.

A manutenção da vida conjugal é tarefa mútua.

  1. Saiba distinguir entre o real e o ideal

No começo é tudo tão meigo! O período de namoro é fascinante. Cada um se orgulha do outro, admira, respeita, elogia, exibe aos outros e tem esperanças de que será assim para sempre. O pior é quando surgem as tão terríveis cobranças! "Você já não é mais o mesmo!", ou "você era diferente!".

O ideal é a forma sonhadora como vemos a pessoa. O real é como ela é.

Namoramos o ideal, sonhamos com o ideal, mas casamos com o real.Distinguir entre os dois é extremamente necessário. O melhor é compreender que se casou com a pessoa real e não com a ideal. Parte da solução de muitas tensões começa aqui, com a aceitação do outro.

Uma citação na revista Sports Illustrated exprime uma verdade que nós, como pessoas de fé às vezes negligenciamos: "O que é mais importante para criar uma equipe de sucesso não é a compatibilidade dos seus jogadores, mas como é que eles lidam com a incompatibilidade."

Quando não nos damos bem com outras pessoas, somos tentados a ignorá-las e a colocá-las de lado. Deus chama-nos para termos uma abordagem diferente. "Sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis, não tornando mal por mal, ou injúria por injúria, antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados" (1 Pedro 3:8-9).

  1. Não busque um clone. Aceite o outro.

Muitos dos eventuais conflitos são conseqüências naturais das diferenças entre os parceiros. Cada um tem características peculiares, formação familiar, cultural e social diferentes. Desconstruir e reconstruir não acontece num só dia. Porém, é importante refletir: é necessário desconstruir? Sim e não, eis a resposta! O problema existirá apenas se a convivência com as diferenças se tornarem inviáveis por questão de valores.

A busca de um clone é muito forte, porque se o outro for igual a mim, aceitará tudo. O acordo deve existir, é excelente quando existe, mas deve acontecer porque os dois olham na mesma direção. Na realidade, as diferenças são necessárias. Os diferentes se complementam. Não se deve querer um clone. Deve-se buscar a complementariedade. Diferenças existem, porém elas devem sempre contribuir para a construção do casal.

3. Não culpe.

Mesmo que a outra parte esteja completamente errada, lançar isto em rosto é pouco produtivo. Precisamos entender que há uma diferença entre argumentar e acusar. Lembremo-nos de Provérbios 15.1: "A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira". Uma boa pergunta para si mesmo é: "O que desejo: resolver o problema ou ganhar a discussão?". O Casamento não é uma eterna competição com o cônjuge! A QUESTÃO NÃO É VENCER E SIM RESOLVER.

Casamento é uma sociedade, e não uma competição. Os esforços devem ser para o bem comum e não para domínio.

Você pode até dominar, mas vai arruinar a vida do outro, a sua e a dos filhos. Culpar o outro é uma das melhores maneiras de destruir o casamento. Não culpemos. Busquemos soluções. Críticas empurram para baixo e desestruturam pessoas. Entender e apoiar, colocando-se à disposição para ajudar a mudar é mais produtivo.

  1. Não discuta pelo passado.

Temos observado que boa parte das brigas entre os casais é por situações passadas. Há um problema hoje, começa-se a falar sobre ele, mas elementos já vencidos são recuperados e trazidos à discussão. Até mesmo quando as circunstâncias atuais são reproduções do passado, não recupere o que já foi. Cuide do agora. Lembremos as palavras de Jesus: "Basta a cada dia o seu mal".

Perdoar não é esquecer. Perdoar é tratar de maneira diferente.

Discutir pelo passado é duplamente estressante porque se gasta energia no que não pode ser modificado e se deixa de usá-la em algo construtivo.

  1. Defina bem as divergências.

Quando um casal diverge, os dois devem se perguntar se estão divergindo por algo específico ou genérico. É uma questão localizada ou global? Quando é algo específico, tudo bem, vale a pena. Mas se for genérico, é melhor parar, pois não se chegará a nenhum lugar positivo.

Divergências são normais em todos os relacionamentos, mas quando se tornam a regra de conduta, algo está muito errado. Ou se conserta a conduta, ou o casamento rolará ladeira a abaixo.

6. Havendo discussões, evite golpes baixos.

Todos nós sabemos quais são os golpes baixos e como usá-los para causar maiores danos. Uma pergunta que se deve fazer é esta: "O que quero: acertar alguns pontos ou causar o maior dano possível ao outro?". É um grande erro ver o outro como inimigo, erro maior é buscar danificá-lo ou traumatizá-lo.

Queremos acertar a situação ou ganhar uma guerra?

Será bom ter em mente que é mais importante chegar a um acordo que vencer em um momento. Pode-se vencer uma batalha, e no fim perder a guerra pela manutenção do casamento.

7.Reconheça o inimigo número um.

Não é o outro. O seu maior inimigo é você mesmo. O maior inimigo no casamento é o egoísmo. O casamento não é apenas uma oportunidade de receber do outro, seja atenção, afeto, zelo, ou o que for, mas uma oportunidade de se vivenciar uma cumplicidade perfeita, uma parceria. Um bom casamento é aquele em que a pessoa tem suas necessidades emocionais preenchidas, mas o outro também existe.

Os sintomas desta patologia são frases do tipo "eu quero", "deve ser assim", "faça assim", etc.

Muitas vezes na terapia de casal e ao ouvir uma das partes, vemos que um nos quer não como seu terapeuta ou conselheiro, mas como aliado, advogado de defesa e promotor da outra parte. É o egoísmo que nos leva ao centro do universo e desejar que tudo se conforme a nós. Isto é uma forma de narcisismo, doença muito comum em algumas pessoas.

8.Mantenha uma atitude positiva.

Isto não é ter simplesmente um pensamento positivo, mas atitudes positivas. Significa preparar-se e fazer. Significa ter o desejo de investir na relação. Muita gente hoje se casa com esta idéia em mente: "Se não der certo, a gente se separa". O casamento não é um jogo, não é uma loteria. Se não há convicção, a pessoa não deve casar-se. Todavia se casou, deve fazer tudo que estiver a seu alcance para dar certo. É preciso ter sempre em mente a possibilidade de coisas resolvidas, do passo acertado, da relação em bom nível. Por pior que estejam as coisas, existe a possibilidade de melhorar, havendo investimento de ambas as partes. Só em caso extremo, último e absoluto, deve-se deixar de investir. Mas enquanto for possível deve-se lutar para que a construção não venha abaixo.

Mais coisas poderiam ser ditas. Mas o que aqui está pode nos ajudar a refletir. Um mau casamento é um tormento, mas um bom casamento é um pedaço do céu aqui na terra. Lutemos por uma saudável construção da vida a dois.

"O mundo nasceu do amor, é sustentado pelo amor, caminha para o amor e termina no amor". (Desconhecido)

Prs. Junior e Ielane Mendonça

O conflito entre gerações




O conflito entre gerações sempre esteve presente em todas as sociedades, faz parte do processe histórico e trabalha como uma ferramenta de amadurecimento, pois dos conflitos sempre podemos tirar algumas lições.
Encontramos sintomas desses conflitos em todos os lugares, desde hábitos de consumo até os de caráter religioso, que entram em colisão direta com uma sociedade cada vez mais flexível e liberal que temos hoje.
No Brasil, por exemplo, temos um conflito muito visível com questões políticas, porque a geração anterior viveu um período de forte repressão e foi obrigada a lutar para se libertar. Já a geração atual encontrou tudo pronto. Embora existam problemas, temos um nível muito maior de liberdade que nem sempre é valorizado. Atualmente, os jovens não precisam morrer para defender uma causa.
O aspecto mais marcante é o comportamental, esse está presente diariamente dentro dos lares colocando pais e filhos em confronto. A geração passada foi criada de forma mais fechada, inclusive reprimida em algumas questões. Hoje vemos que há uma necessidade de maior liberdade, que, quando não é bem dosada, parte para um radicalismo que pode ser nocivo.
Podemos observar, então, que o exagero em uma geração pode gerar mais exagero na próxima, normalmente em caminho inverso, ou seja, o que foi muito fechado no passado pode ser muito aberto agora. A redução desse exagero pode fazer que os conflitos sejam menores, de modo que a sociedade possa caminhar de forma mais
equilíbrio.
www.amofamilia.com.br.

Família, um lugar teológico!





A família é lugar de acolher a bênção e de multiplicá-la. Muito acima do sentido humano de proteção e convivência, papel sociológico, a família é um lugar teológico. É lugar onde Deus se revela; é lugar onde se revela Deus. Na família o ser humano aprende a crescer segundo o projeto de Deus. É lugar de humanização divina.
O evangelista Lucas diz que Jesus crescia em estatura, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens (Lc 2.52). Para que houvesse esse crescimento integral, Jesus precisou de uma família humana.
A bênção divina sobre a família não é somente uma questão espiritual, envolve também o físico e o psíquico. Ninguém é humanamente equilibrado sem alimentar essa tríplice dimensão do existir humano.
O ser humano aprende a ser humano dentro da família. Jesus crescia em idade, sabedoria e Graça. Graça nos fala da nossa dimensão espiritual.
A família deve ser o lugar onde agente aprende a amar.
A família deve ser o lugar para o crescimento físico, psíquico, afetivo e espiritual do ser humano.
___________________________
www.amofamilia.com.br.